| Hora | Domingo, 8 de Maio · 12:00 - 13:00 |
|---|---|
| Local | Faro, Teatro das Figuras |
| Criado por | |
"A Menina do Mar" é um dos livros para crianças mais conhecidos de Sophia de Mello Breyner Andresen. Fernando Lopes-Graça compôs uma obra musical a partir desta história, que agora se apresenta como um dos Contos Musicados integrados neste ciclo de Concertos Promenade. Entre música e palavras, aqui vivem-se os sonhos que as personagens pretendem realizar ao longo da história. O Ciclo de Concertos Promenade tem o apoio do Teatro M...unicipal de Faro e conta com o patrocínio da Caixa Geral de Depósitos, Mecenas Extraordinário da OA. ‘A Menina do Mar’ is one of the most known children’s books of Sophia de Mello Breyner Andresen. Fernando Lopes-Graça composed a musical work from this story, which is now one of the Musical Tales of this Promenade Concert cycle. Between music and words, here the dreams that the characters aim to fulfil throughout the story are lived. The Promenade Concerts Cycle counts on the support of Teatro Municipal de Faro and on the sponsorship of Caixa Geral de Depósitos, OA’s Extraordinary Sponsor. Maestro/Conductor: Rui Pinheiro Narrador/Speaker: Luís Vicente Reservas de bilhetes/Tickets reservation: 289 888 110 | |
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terça-feira, 3 de maio de 2011
Concerto Promenade Caixa Geral de Depósitos - Orquestra do Algarve
Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras
| Hora | Sábado, 7 de Maio · 18:00 - 19:00 |
|---|---|
| Local | Auditório Municipal Ruy de Carvalho Rua 25 de Abril, Lt. 5 Carnaxide, Portugal |
| Criado por | |
| Mais informação | CONCERTO ARANJUEZ W. A. Mozart - Abertura da Ópera "O Rapto do Serralho" J. Rodrigo - Concerto para guitarra e orquestra "Aranjuez" W. A. Mozart - Sinfonia N.º 40 em Sol menor K550 Tiago Vicente - Guitarra Maestro Reinhard Seehafer Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras |
Moda Primavera Verão 2011 - Resort Christian Dior
John Galliano apresentou a sua nova colecção resort para a Primavera / Verão 2011, em Xangai. Surpreendeu pela apresentação de uma colecção totalmente parisiense, embora muitos esperassem que a mesma fosse inspirada na Ásia, o que não aconteceu.
Na passarela disfilaram modelos e peças inspiradas na New Wave francesa dos anos 60, com estampas florais, folhos, riscas e cores pastel. O verde menta, pêssego e o rosa, constituiram a paleta de cores, muito feminina e ingénua.
“Eu realmente não quis um estilo ‘Chinês’. Porque não acho que era apropriado “, disse o designer. “Apenas pensei que seria muito forte, e bom, apresentar le savoir faire français.” E foi o que ele fez, com uma mistura inteligente do pronto-a-vestir e alta costura. “Eu só estava tentando recapturar a emoção que estava a acontecer naquele momento, em Paris, que é muito semelhante ao que está a acontecer, hoje, em Xangai”, disse ele.
Uma colecção ao estilo que John Galliano já nos habituou, uma moda muito feminina e elegante, com tons lindos e combinações deslumbrantes. Uma colecção de Moda Primavera Verão 2011, verdadeiramente encantadora.
Roupas e Cores da Primavera-Verão 2011/2012
No inverno 2011, vimos cores frias e tons sombrios como é de costume, e também, sapatos e roupas de oncinha, xadrez… na primavera-verão 2011/2012, tudo muda, e devemos ver roupas com cores mais vibrantes, estampas florais, de frutas e românticas. Afinal, a vida se renova!E como o clima esquenta, as transparências vem a tona, vestidos, saias, calças, blusas, se usadas com moderação, da pra ser sensual, sem ser taxada de exibida. A estação pede leveza, tecidos leves, babados, crochê, seda, saias e vestidos soltinhos, para garantir o bem-estar já que a temperatura aumenta. A cintura marcada deverá estar em evidência, cintos, lenços e faixas para definir a cintura feminina, o que traz mais charme para o look.
As tendências mais fortes para as cores da moda primavera-verão 2011/2012, serão tons de rosa, azul, vermelho amapola, fucsia, e ainda, amarelo, coral e melocotón.
Moda Feminina Primavera-Verão 2011-2012 – Modelos e Looks
Não podemos deixar de falar no macação, já que ele apareceu no desfile da Blumarine na semana de moda de Milão primavera-verão 2011/2012, com estampas de bichos modificadas nas cores, são tons de rosa e azul, veja na foto abaixo.Rendas, já não é uma grande novidade para a estação, mas, devemos sim ver muitos modelos rendados, o que eu particularmente acho lindo, veja abaixo o que se viu nas passarelas, por Dolce & Gabbana:
E para finalizar, alguns modelos de vestidos da Mango, mega lindos!
Em breve mais dicas! Aguardem.
Orquestra de Câmara Maia - divulgação
A ORQUESTRA DE CÂMARA DA MAIA realizará o seu concerto de estreia no dia 22 de Maio, pelas 17.00, no Grande Auditório do Fórum da Maia. Irá interpretar obras variadas passando por alguns períodos da História da Música. Contamos com a sua presença.
http://cultura.maiadigital.pt/ multimedia/cartazes/cartaz-festival-musica-maia-2011.jpg
http://cultura.maiadigital.pt/
Contemporaneus - Cosi fan tutte
A Contemporaneus, associação para a promoção da arte contemporânea está à procura de cantores e instrumentistas para a produção da ópera "Così fan tutte" de W. A. Mozart sob direcção musical de Pedro Amaral em Setembro de 2011 na região sul do país. Os ensaios decorrerão de 10 a 24 de Julho.
Os músicos a contactar serão:
- violinistas
- oboistas
- flautistas
- fagotistas
- clarinetistas
- violetistas
- vioncelistas
No caso dos cantores interessados, estes poderão enviarmos o currículo vitae e uma gravação de uma das árias da ópera para os contactos da associação:
Apartado 2090
7001-901 Évora
geral@contemporaneus.pt
Para mais informações e contactos poderão também contactar a associação para o 266 107 634.
Os músicos a contactar serão:
- violinistas
- oboistas
- flautistas
- fagotistas
- clarinetistas
- violetistas
- vioncelistas
No caso dos cantores interessados, estes poderão enviarmos o currículo vitae e uma gravação de uma das árias da ópera para os contactos da associação:
Apartado 2090
7001-901 Évora
geral@contemporaneus.pt
Para mais informações e contactos poderão também contactar a associação para o 266 107 634.
Teatro Camões - Dia Mundial da Dança
Para assinalar o Dia Mundial da Dança, a Companhia Nacional de Bailado estreia uma obra co-criada por alguns dos mais importantes coreógrafos portugueses: Clara Andermatt, Francisco Camacho, Benvindo Fonseca, Rui Lopes Graça, Rui Horta, Paulo Ribeiro, Olga Roriz, Madalena Victorino e Vasco Wellenkamp.
A união destes criadores, com percursos coreográficos muito diferentes, em torno da Companhia Nacional de Bailado, para além do simbolismo inerente que desejamos sublinhar, pretende conjugar as qualidades dos corpos altamente disciplinados e tecnicizados dos intérpretes da Companhia, com a diversidade de entendimentos sobre a criação coreográfica contemporânea.
A Bernardo Sassetti caberá não só a composição como a interpretação musical.
Uma coisa em forma de assim, é o título de trabalho desta obra, descaradamente roubado a Alexandre O’Neil.
----
FICHA TÉCNICA
Coreografia e Figurinos Clara Andermatt, Francisco Camacho, Benvindo Fonseca, Rui Lopes Graça, Rui Horta, Paulo Ribeiro, Olga Roriz, Madalena Victorino, Vasco Wellenkamp
Assistente de Madalena Victorino para os Figurinos Ainhoa Vidal
Música e interpretação musical ao piano Bernardo Sassetti
Desenho de luz Celestino Verdades
Estreia Absoluta
---
LOCAL
Lisboa, Teatro Camões
DATAS
Abril 2011
28, 29, 30 às 21:00
Tarde Família
30 às 16:00
Maio 2011
6 e 7 às 21:00
Tarde Família
8 às 16:00
Escolas
5 às 15:00
BILHETES · 5€ a 20€ ·
COMPRAR - http://is.gd/Fe6pjL
Classificação etária M/6
Mais info: http://www.cnb.pt/gca/?id=575
A união destes criadores, com percursos coreográficos muito diferentes, em torno da Companhia Nacional de Bailado, para além do simbolismo inerente que desejamos sublinhar, pretende conjugar as qualidades dos corpos altamente disciplinados e tecnicizados dos intérpretes da Companhia, com a diversidade de entendimentos sobre a criação coreográfica contemporânea.
A Bernardo Sassetti caberá não só a composição como a interpretação musical.
Uma coisa em forma de assim, é o título de trabalho desta obra, descaradamente roubado a Alexandre O’Neil.
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FICHA TÉCNICA
Coreografia e Figurinos Clara Andermatt, Francisco Camacho, Benvindo Fonseca, Rui Lopes Graça, Rui Horta, Paulo Ribeiro, Olga Roriz, Madalena Victorino, Vasco Wellenkamp
Assistente de Madalena Victorino para os Figurinos Ainhoa Vidal
Música e interpretação musical ao piano Bernardo Sassetti
Desenho de luz Celestino Verdades
Estreia Absoluta
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LOCAL
Lisboa, Teatro Camões
DATAS
Abril 2011
28, 29, 30 às 21:00
Tarde Família
30 às 16:00
Maio 2011
6 e 7 às 21:00
Tarde Família
8 às 16:00
Escolas
5 às 15:00
BILHETES · 5€ a 20€ ·
COMPRAR - http://is.gd/Fe6pjL
Classificação etária M/6
Mais info: http://www.cnb.pt/gca/?id=575
terça-feira, 12 de abril de 2011
Orfeão de Leiria
terça-feira, 5 de abril de 2011
Concerto de Páscoa Música- Coral Sinfónica
Lauda Sion - Felix Mendelssohn
Entrada: 5 euros M/3 Duração: 80 m Ficha Técnica Orquestra Artave Coro CCM Maestro Luís Machado Solistas Soprano Marta Santos Contralto Mónica Pais Tenor Paulo Ferreira Baixo Job Tomé Co- Produção CASA das ARTES de V.N. Famalicão/CCM/ARTAVE
Dia mundial da Dança
29 de Abril, sexta, 21h30, Grande Auditório da Casa das Artes: Famalicão
Entrada: 10 euros (desconto de 20% a estudantes) M/12 Duração: 60 m
Em Vooum (1999) e No fly Zone (2000), trabalhos que contaram com a colaboração com o Daniel Blaufuks, o intérprete era o móbil da paisagem, desenhava o território e era território. O intérprete circulava ora num contínuo por um espaço construído com imagens de um exterior e de viagem (Vooum), ora num lugar fechado e assumidamente artificial (No Fly Zone). Neste novo projecto, a praça é um lugar especial de circulação, o lugar gerado por uma condição nómada, tal como o vídeo da praça exibido em cena. Na praça que atravessamos construímos um lugar ambulante. Representamos e somos representados. Somos a extensão da praça. Né Barros
Direcção e coreografia
Né Barros Vídeo Daniel Blaufuks Musica e interpretação ao vivo Alexandre Soares e Jorge Queijo Desenho de luz José Álvaro Correia Guarda-roupa styling Maria João Sopa Intérpretes Ángel Montero Vázquez, Joana Castro, Katja Juliana Geiger, Pedro Rosa Produção balleteatro Co-produção Culturgest.
Cogumelos da primavera nas ementas de dez restaurantes de Castelo Branco
Os cogumelos da primavera, que por esta altura nascem nos campos da Beira Baixa, vão saltar para as ementas de dez restaurantes de Castelo Branco até final de abril. A Associação de Produtores Florestais da Beira Interior (AFLOBEI) organiza as 2.ªs Jornadas Gastronómicas do Tortulho e da Criadilha, os dois tipos de cogumelos mais comuns naquela zona.
Marta Ribeiro Telles, técnica da AFLOBEI, assegura que haverá cogumelos cozinhados das mais diversas formas, “das entradas às sobremesas, passando pelos pratos principais”. A arte de os cozinhar “é um tradição que não podemos deitar para trás das costas, porque é uma mais-valia da região, que atrai muitas pessoas”, garante à Lusa, enquanto apanha tortulhos num campo a caminho de Malpica do Tejo, Castelo Branco.
Aos primeiros dias de calor que anunciam a primavera, os campos da zona sul do distrito são percorridos “por milhares de apanhadores, pessoas com experiência e conhecimentos passados de geração em geração em cada família”. Ao longos dos seus passeios, “são eles os responsáveis por apanharem os cogumelos certos” e os levarem até à mesa dos restaurantes.
Segredos da apanha que vão ser revelados num passeio micológico inserido na programação das jornadas, marcado para 9 de abril nas freguesias de Castelo Branco e Malpica do Tejo e que inclui um almoço de campo.
O tortulho (com o nome científico Amanita ponderosa) e a criadilha (Terfezia arenaria) vão ser servidos nos restaurantes A Forja do Ferreiro, A Muralha Casa 14, Encosta do Castelo, English Savoy, Kalifa, O Espeto, O Ferreiro, O Jardim e Praça Velha. Participam ainda na organização das jornadas a Câmara de Castelo Branco e a Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Centro.
A AFLOBEI tem como objetivo a defesa e promoção dos interesses de cerca de 200 associados, entre produtores, proprietários florestais e agroflorestais da região. O plano de atividades inclui ações nas vertentes ambiental, económica e social.
Marta Ribeiro Telles, técnica da AFLOBEI, assegura que haverá cogumelos cozinhados das mais diversas formas, “das entradas às sobremesas, passando pelos pratos principais”. A arte de os cozinhar “é um tradição que não podemos deitar para trás das costas, porque é uma mais-valia da região, que atrai muitas pessoas”, garante à Lusa, enquanto apanha tortulhos num campo a caminho de Malpica do Tejo, Castelo Branco.
Aos primeiros dias de calor que anunciam a primavera, os campos da zona sul do distrito são percorridos “por milhares de apanhadores, pessoas com experiência e conhecimentos passados de geração em geração em cada família”. Ao longos dos seus passeios, “são eles os responsáveis por apanharem os cogumelos certos” e os levarem até à mesa dos restaurantes.
Segredos da apanha que vão ser revelados num passeio micológico inserido na programação das jornadas, marcado para 9 de abril nas freguesias de Castelo Branco e Malpica do Tejo e que inclui um almoço de campo.
O tortulho (com o nome científico Amanita ponderosa) e a criadilha (Terfezia arenaria) vão ser servidos nos restaurantes A Forja do Ferreiro, A Muralha Casa 14, Encosta do Castelo, English Savoy, Kalifa, O Espeto, O Ferreiro, O Jardim e Praça Velha. Participam ainda na organização das jornadas a Câmara de Castelo Branco e a Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Centro.
A AFLOBEI tem como objetivo a defesa e promoção dos interesses de cerca de 200 associados, entre produtores, proprietários florestais e agroflorestais da região. O plano de atividades inclui ações nas vertentes ambiental, económica e social.
terça-feira, 29 de março de 2011
Darwin na Casa Andresen
Até 17 de Julho de 2011
A renovada Casa Andresen, no Jardim Botânico do Porto, tem patente desde o início de Fevereiro “A Evolução de Darwin”, exposição comemorativa do bicentenário de Charles Darwin que a Fundação Gulbenkian apresentou em 2009.
A exposição dá a conhecer a vida e obra de Charles Darwin, incluindo a sua viagem à volta do mundo a bordo do HMS Beagle e as evidências que o levaram a postular a revolucionária teoria da evolução das espécies por selecção natural.
O Museu de História Natural da Universidade do Porto, o Museu Nacional de História Natural, o American Museum of Natural History, o Real Jardín Botánico de Madrid ou o Musée de Histoire Naturelle de Paris, são algumas das entidades que contribuem para o espólio que tem como foco central o acervo cedido pela Fundação Calouste Gulbenkian, onde a exposição recebeu mais de 160 mil visitantes entre Fevereiro e Maio de 2009.
A exposição na Casa Andresen inclui ainda uma área com animais e plantas vivas, situada nas estufas do Jardim Botânico, onde se pode observar um universo povoado por tatus, suricatas, pombos, lagartos de gola, eufórbias, entre outras espécies que ilustram alguns dos processos evolutivos descritos por Darwin.
Desde os anos 50, a antiga casa de família dos escritores Sophia de Mello Breyner Andresen e Ruben A. recebia o departamento de botânica da Universidade do Porto. O velho palacete foi agora recuperado para se tornar no principal centro de divulgação de ciência da cidade.
“A Evolução de Darwin” estará aberta ao público na Casa Andresen até 17 de Julho.
Mais informações: http://expodarwin.up.pt/
Orquestra do Norte
Dia 1 de Abril, sexta feira às 21:00h no Coliseu do Porto
W. Mozart - "As bodas de Fígaro"
Job Arantes Tomé - barítono
Sónia Alcobaça - soprano
Ana Maria Pinto - soprano
Hugo Oliveira - barítono
Madalena Boléo - soprano
Bruno Pereira - barítono
Inês Soares - soprano
Fernando Guimarães - tenor
Pedro Nascimento - tenor
Inês Moreira - soprano
Tiago Matos - barítono
Emidio Guidotti - encenação
José Ferreira Lobo - direcção musical (maestro titular)
W. Mozart - "As bodas de Fígaro"
Job Arantes Tomé - barítono
Sónia Alcobaça - soprano
Ana Maria Pinto - soprano
Hugo Oliveira - barítono
Madalena Boléo - soprano
Bruno Pereira - barítono
Inês Soares - soprano
Fernando Guimarães - tenor
Pedro Nascimento - tenor
Inês Moreira - soprano
Tiago Matos - barítono
Emidio Guidotti - encenação
José Ferreira Lobo - direcção musical (maestro titular)
Orquestra do Algarve
Festival Caixa Geral de Depósitos 2011 Entrada Gratuita
Recital de Violoncelo com Ivan MonighettiJ.S.Bach (1685-1750) Suite para solo de Violoncelo, em ré menor, nº2
K.Penderecki (n.1933) Per Slava a solo para Violoncelo
J.S.Bach (1685-1750)
Suite para solo de Violoncelo, em Dó Maior, Nº3
Quinta 31 de Março : 19:30, Loulé, Cine-Teatro
A Orquestra do Algarve (OA) estreou-se no Festival Internacional de Música do Algarve em 2002. Criada ao abrigo de um programa promovido pelo Ministério da Cultura, tem como fundadores, além da Região de Turismo e da Universidade do Algarve, um núcleo de autarquias algarvias: Albufeira, Faro, Lagos, Loulé, Portimão e Tavira. Os municípios de Alcoutim, Castro Marim, Olhão, Lagoa, S. Brás de Alportel, Vila Real de S. António, Silves e Vila do Bispo, juntamente com o Governo Civil de Faro e a Direcção Regional de Educação do Algarve tornaram-se, entretanto, associados.
A OA é composta por músicos seleccionados em concurso público internacional, reunindo cerca de 17 nacionalidades diferentes. Destinada a dotar a Região de uma estrutura cultural de elevado nível artístico, desenvolve uma actividade multifacetada, com programação destinada às populações locais e turistas. Promove também acções pedagógicas, junto de camadas escolares, e formativas, para jovens músicos.
O então Maestro Titular e Director Artístico Álvaro Cassuto teve um papel fundamental na constituição da sua formação, mantendo a sua ligação a esta Orquestra até Julho de 2008, na posição de Principal Maestro Convidado.
No seu currículo, constam apresentações nos principais palcos nacionais, como o Teatro S. Luiz, Sala do Senado da Assembleia da República, Teatro D. Maria II e Culturgest. Foi convidada, em 2007, para protagonizar o concerto de celebração da assinatura do Tratado de Lisboa. Neste último, a OA levou à capital um novo conceito que já tinha apresentado em Albufeira, na Praia dos Pescadores: a edição dos “Sons Ardentes”, um inovador espectáculo que combina a pirotecnia e a música clássica tocada ao vivo, tem brindado o público algarvio anualmente, no mesmo local, com sucesso cada vez mais reconhecido. Em 2008, com a ópera “O Elixir d’ Amor”, uma produção da Fundação INATEL/Teatro da Trindade, percorreu as salas do Teatros da Trindade e das Figuras, Coliseu do Porto, e dos Centros Culturais de Caldas da Rainha e Guimarães. 2009 foi o ano em que a OA estreou mais um conceito inovador, com o apoio institucional da DREALG e da autarquia de Portimão e o patrocínio da Caixa Geral de Depósitos; o “Mega Concerto Promenade para Escolas”, com a participação especial do cantor André Sardet, foi um grandioso espectáculo para cerca de 3.500 alunos, professores e educadores do concelho de Portimão. Em Janeiro de 2010, a OA viajou, pela primeira vez, ao Açores, para uma grandiosa actuação em conjunto com o Coral de São José, no Teatro Micaelense, onde estiveram em palco mais de cem músicos.
A nível internacional, a OA realizou, em 2004, a sua primeira digressão, marcando presença em Itália e Espanha. Desde então, capitais europeias como Bruxelas (2006), Viena de Áustria (2007) e Londres (2008) foram palco de concertos entusiasticamente aplaudidos por público e crítica. A convite da Orquestra de Extremadura, seguiu-se uma nova digressão por Espanha (2008), passando por Cáceres, Badajoz, Mérida e Plasência.
O seu repertório discográfico é composto de obras de Joly Braga Santos, João Domingos Bomtempo, Mozart, Juan C. Arriaga, entre outros, para etiquetas como a Naxos (“a mais vendida no Mundo”, segundo o New York Times), a Marco Polo e a Numérica.
Durante a sua relevante actividade cultural, a Orquestra do Algarve tem sido dirigida por maestros de envergadura internacional, como Joji Hattori, Wolfgang Czeipek, Thomas Kalb, Joel Levine, Nino Lepore, Alexander Polishchuk, Stuart Stratford, Nikolay Lalov, Laurent Wagner, Jesus Amigo, Vasily Petrenko, Josep Caballé-Domenech, entre outros, e contou já com a colaboração de vários maestros portugueses, tais como Osvaldo Ferreira, Cesário Costa, Vasco Pearce de Azevedo, Joana Carneiro, Ferreira Lobo e Alberto Roque e ainda, como maestros estagiários, António Sérgio Ferreira e João Tiago Santos. Destaque também para a colaboração com solistas de renome como Ingeborg Baldaszti, Mário Laginha e Bernardo Sassetti, Artur Pizarro, Maria Orán, Pedro Burmester, Sequeira Costa, Ana Quintans, Fernando Guimarães, Luís Rodrigues, Mário Alves, Ana Ester Neves, Dora Rodrigues, Lara Martins, Elisabete Matos, Patrícia Kopatchinskaja, Ute Lemper, Ruth Ziesak, entre muitos outros.
Na temporada de 2007/2008 Luís Tinoco e Artur Pizarro ocuparam, respectivamente, a função de compositor e artista associados da OA. Na temporada de 2008/2009, a OA teve como Director Artístico o maestro Osvaldo Ferreira, como Maestro Titular Laurent Wagner e como Principal Maestro Convidado o maestro Cesário Costa que ocupou de Dezembro de 2006 a Dezembro de 2008 a função de Director Artístico e Maestro Titular da OA. Na temporada 2009/2010 Osvaldo Ferreira foi Maestro Titular e Director Artístico da OA e Alexandre Delgado ocupou a função de Compositor Associado.
Actualmente, Osvaldo Ferreira acumula as funções de Maestro Titular e Director Artístico e Nicolas Koeckert é Artista Associado da OA.
A crítica especializada é unânime nas apreciações quanto à qualidade artística desta Orquestra, reafirmando, cada vez mais, o seu lugar no panorama da música clássica.
Exposição de Pintura a Óleo e Acrílico "Mulheres" - Sibila Aguiar
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terça-feira, 22 de março de 2011
António Capela
Domingos Capela foi o pioneiro. Filho e neto seguiram-lhe os passos O acaso, seja lá isso o que for, tem sempre influência nas grandes histórias. Esta passou-se, e ainda se passa, em Espinho, mais propriamente na freguesia de Anta. Em 1924, contava então 20 anos, Domingos Capela viu cair-lhe nas mãos um violino a precisar de arranjo, propriedade de um músico brasileiro de origem italiana, Nicolino Milano, que vivia temporariamente por cima da oficina onde o jovem marceneiro trabalhava. A missão foi de tal forma cumprida que marcou o início de uma dinastia, não de reparadores mas de construtores de violinos. Hoje, os Capela são conhecidos em todo o mundo. Mas continuam em Espinho, na freguesia de Anta. |
| Foi lá que o Diário de Notícias se encontrou com António Capela, 75 anos, e Joaquim António, 40, respectivamente filho e neto de Domingos, falecido em 76 - todos eles multipremiados em concursos internacionais do métier. "O meu pai fez o primeiro violino em 1924, o primeiro violoncelo em 25 e o primeiro contrabaixo em 27", conta António. "Com as tunas que aqui havia e, depois, as orquestras de câmara que vinham ao Casino de Espinho, espanholas, francesas, italianas, o trabalho dele expandiu--se internacionalmente, mais ainda a partir do momento em que apareceram o Conservatório e a primeira Orquestra Sinfónica do Porto. Daí para a frente foi sempre a trabalhar para grandes artistas portugueses e estrangeiros", prossegue. |
| Propostas para rumar a Lisboa não lhe faltaram, mas Domingos resistiu. Mais tarde, diria ao filho: "Eu não fui para a cidade, mas a cidade veio ter comigo." A cidade e o mundo, ou a marca Capela não andasse hoje por todos os pontos do globo, "da América a Inglaterra, da Austrália ao Japão". Falaram mais alto as raízes. "Ele nunca foi ao estrangeiro, a não ser quando eu me encontrava em Itália", lembra António, que nos anos 60 estagiou lá fora, como bolseiro da Gulbenkian, primeiro em Paris, na casa Vatelot, depois em Cremona, na escola onde se faziam os Stradivarius. |
| Esse período, diz, foi importantíssimo. "Parecia-me outro mundo. Recordo-me de, na Rue de Rome, ter ficado abismado por ver construtores porta sim, porta não." O certo é que, mesmo persuadido a isso, não quis ficar. "Como foi o meu pai quem me convenceu a sair do País, fiz uma promessa de não o abandonar enquanto fosse vivo. E até para grandes casas de Nova Iorque e Filadélfia fui convidado", revela. |
| O filho, esse, estagiou três vezes nos EUA. "Teve mestres que lhe disseram: 'A maior asneira que o seu pai fez foi não ter vindo para a América.' Mas se eu tivesse ido ele não tinha nascido", contrapõe, seguro de que, um dia, quando deixar de trabalhar, "o ofício fica bem entregue". |
| Uma coisa, porém, é certa: as mãos de Domingos, António e Joaquim António são diferentes. "Eu não consigo imitar o meu pai. Aliás, nem a mim próprio, de trabalho para trabalho", diz António Capela. A razão é óbvia: "A mão não é uma máquina que produz milhares de peças iguais - e aqui não há máquinas, só goivas, plainas e a habilidade do artista. E lixa quanto baste. Já dizia o meu pai: nós lixamos o instrumento e depois lixamos o cliente." |
| Considerados os Stradivarius portugueses ("com algum fundo de verdade"), os Capela constroem vários instrumentos de cordas, não só o violino. Quanto aos preços que praticam, o segredo é a alma do negócio. "Se eu dissesse, pensavam que ganhava muito dinheiro. Primeiro, as madeiras de qualidade são caríssimas. Depois, não se encontram madeiras velhas em nenhuma parte do mundo, e nós não fazemos um violino, uma viola de arco ou um violoncelo com menos de 15 anos, porque a madeira quanto mais seca estiver mais ressonância tem", explica. |
| Com um construtor já não se passa o mesmo. "A partir de certo ponto, há uma decadência, mas eu ainda não cheguei lá. Espero trabalhar mais uns anos", confessa. E, pela vitalidade que transmite, não custa a crer que o faça. Talvez possa, até, repetir com o filho a alegria que sentiu com o pai, em 1972, quando açambarcaram os quatro primeiros prémios de um concurso de construtores de violinos na Polónia. "Foi inédito na história daquele concurso. Com a emoção, as lágrimas caíram-me pela face abaixo", conta. |
Acontecimentos Importantes,
Neste dia...
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